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Segurança Pública

CCDA/RJ apresenta forças de defesa que atuarão na Copa das Confederações

Por João Pedro Sá Teles      |     28/05/2013 às 16:14

O Comandante da 1ª Divisão de Exército (1ª DE), General-de-Divisão José Alberto da Costa Abreu, apresentou hoje o aparato do Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio de Janeiro (CCDA/RJ) que atuará na segurança da Copa das Confederações.

A solenidade de aprestamento foi integrada por 1200 homens – uma parcela dos 7400 militares que compõem o efetivo total – de diversos órgãos. Entre os órgãos coordenados pelo CCDA/RJ estão: Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, Guarda Municipal, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), Receita Federal, Infraero, Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (SESGE) e Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

O CCDA/RJ, com sua diversidade de meios, é responsávelpela atuação nos seguintes eixos de defesa: força de contingência; defesa de estruturas estratégicas; defesa aeroespacial e controle do espaço aéreo; defesa cibernética; defesa da área marítima e fluvial; defesa química, biológica, radioativa e nuclear; contraterrorismo; emprego de helicópteros e fiscalização de explosivos. Além disso, o órgão também é responsável pela gerência do esquema de segurança da Jornada Mundial da Juventude que contará com a presença do Papa Francisco.

Ao contrário do que ocorreu durante a Rio+20, não haverá presença das forças armadas nas ruas durante a Copa. Segundo o Gen. Abreu “foi feita uma análise de risco que nos disse que não havia necessidade” da presença ostensiva de soldados das forças armadas na cidade. A segurança no Maracanã e arredores ficará a cargo da Polícia Militar e demais órgãos de segurança pública que tradicionalmente atuam em eventos no estádio. As forças armadas, no papel de força de contingência, devem ficar em sua maioria aquarteladas. As unidades que atuarão fora do quartel são somente as que farão a segurança de pontos sensíveis como estruturas do sistema elétrico da cidade, detecção, prevenção e resposta ao uso de agentes químicos, biológicos e radiológicos e defesa aérea.

Perguntado sobre possíveis ameaças, o Gen. Abreu respondeu que os estudos de inteligência não apontam nenhuma ameaça específica, mas que no espectro de ameaças o terrorismo é sem dúvida a que mais preocupa. Haverá a disposição do CCDA e de prontidão várias unidades de Forças Especiais capazes de responder da melhor maneira possível em casos de ameaças terroristas, tanto nos estádios quanto fora.

O mais novo meio das forças armadas que integram o esquema de defesa é o blindado alemão 1A2 Gepard (chamado de Flakpanzer nas forças armadas alemãs), que passará por testes (inclusive de tiro) durante as próximas semanas antes de se ocupar da defesa aérea da abertura e do encerramento da Copa das Confederações. Dos quatro Gepard recebidos até o momento, dois devem permanecer no Rio de Janeiro e dois atuarão em Brasília.

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