• RSS
  • Facebook
  • Twitter
  • Youtube
Exército

DGS Defence irá fornecer ao Exército Brasileiro lanchas para treinamento de aquaviários na Amazônia

Por   

foto - dgs - 750

O Centro de Embarcações de o Comando Militar da Amazônia (CECMA) já está usando a Carioca, embarcação de emprego tático desenvolvida pelo estaleiro brasileiro DGS Defence, na formação de novos navegadores fluviais para a Amazônia brasileira. A região tem 22 mil quilômetros de rios navegáveis e enfrenta muito contrabando e tráfico de droga.

A Carioca é uma ETRH (Embarcação Tubular Rígida Híbrida) fabricada com exclusividade para o Exército brasileiro pela DGS Defence. Atualmente, está sendo operada pela Divisão de Instrução de Embarcações do CECMA. A embarcação possui um motor turbo-diesel-intercooler, de 6 cilindros e potência de 315 HP. Tem autonomia de mais de 400 km, transporta três tripulantes e seis passageiros e está equipada com uma metralhadora MAG.

A DGS Defence é um estaleiro carioca dedicado a projetos e construção de embarcações militares, com o uso de alta tecnologia em engenharia naval.Cada lancha DGS é um projeto exclusivo, desenvolvido a partir das necessidades e características especiais das missões de seus clientes.“Desenvolvemos uma nova geração de embarcações militares para o governo brasileiro baseada em inovação e excelência técnica”, explica Abilio Di Gerardi, fundador e presidente da DGS Defence.

article

Criada em 2007, a DGS Defence cresce de forma sólida e sustentável. Ao longo dos últimos anos, desenvolveu e detém a patente das embarcações tubulares rígidas híbridas (Extreme Hull – XH®). As ETRHs não afundam, não pegam fogo, tem longa vida útil e baixo custo de manutenção. O estaleiro carioca já obteve, no mercado, inúmeros atestados de capacidade técnica de seus clientes, entre os quais a Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Polícia Federal, GEFROM e Odebrecht.

A DGS Defence é o único estaleiro do país que produz um modelo de lancha de interceptação e patrulha blindada e com desenho stealth, a DGS 888 (INTERCEPTOR E PATROL). Elas estão sendo operadas pela Polícia Federal na região de fronteira em Guaíra e Foz de Iguaçu no combate ao contrabando e tráfico de drogas. Outras três embarcações, modelo DGS XH 600 FH, foram fabricadas especialmente para a Marinha, e já estão em operação na fronteira leste do país, em apoio a importantes pesquisas científicas na Ilha de Trindade, e no Pólo Sul, em serviços de logística para a base brasileira de Comandante Ferraz, na Antártida.

As DGS XH 600 FH medem 6 metros de comprimento por 2,4 metros de largura e sua propulsão é feita por motor de popa. A embarcação tem capacidade para transportar tripulação de até oito pessoas e suporta até 1.610kg de carga. No portfólio da linha de produção da DGS Defence, destacam-se ainda os modelos: DGS 650, que suporta até 1.210kg de carga e tem capacidade de transportar até seis pessoas (piloto + 5 passageiros), e DGS 777, para até 14 tripulantes e capacidade de até 1.610kg de carga.

As lanchas produzidas pela DGS dispõem do que há de mais moderno em tecnologia naval e materiais 100% recicláveis. A cabine é de alumínio e o casco de copolímero de etileno de ultra-alto peso molecular, um plástico de engenharia também usado em coletes a prova de bala, capacetes e na blindagem de aeronaves militares e viaturas de combate. Esse material garante às embarcações extrema resistência a situações adversas.

, , ,

Recomendados para você

Comentários

GALERIA

Temporada hípica da EsEqEx

Dia do Exército – 1ª DE

Campeonato de salto do Exército Brasileiro

©Copyright 2017 - Comandos Editorial. Todos os direitos reservados.

É expressamente proíbida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site, sendo os infratores indiciados com base na Lei nº 9.610 de 19/02/1998.

Operacional Magazine: proud to be Brazilian.