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Exército

Divisão Mascarenhas de Morais dá show no Tiro Prático

Por Anderson Gabino      |     08/08/2014 às 11:07

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Foi comemorado no último dia 7,  o 106º Aniversário da 1ª Divisão de Exército e Guarnição da Vila Militar, organização militar criada em 6 de agosto de 1908 e atualmente comandada pelo General de Divisão Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira. No dia 06/08, data exata do aniversário da 1ª DE, ocorreram diversas competições esportivas entre as Unidades integrantes desta que é a maior Divisão de Exército da América do Latina.  Entre as várias competições esportivas, aconteceu a prova de Tiro Prático.

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Os integrantes da Divisão Mascarenhas de Morais deram um verdadeiro show de competência e destreza. A organização do evento  coube ao CAADEX – Centro de Avaliação de Adestramento do Exército – na pessoa do Major Neri e sua equipe. Todo o Estande do Centro de Instrução do Gericinó foi pintado, os banheiros reformados e o entorno e as pistas capinadas.

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A estrutura montada para as competições de tiro estavam surpreendentes: Sistema de som, tendas  para proteger do sol forte, cadeiras, ambulância, médico de plantão e banheiros químicos extras.

O Comandante do CAADEX, Coronel Dos Anjos,  foi representado por seu Subcomandante, Coronel Tadeu que ao final, reuniu todos os seus militares que trabalharam no evento e a grande equipe de Atiradores do CMVM que dirigiram a competição, fazendo o seu agradecimento e parabenizando a atuação de nosso Grupo.

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Antes da competição de Tiro Prático foi feita uma demonstração de Tiro Defensivo, em uma Pista tipo Cenário (o Tiro Defensivo foi introduzido no Rio de Janeiro pelo Departamento de Tiro do CMVM), conduzida pelo Atirador Carlos Jenné. Uma das grandes diferenças entre as duas modalidades é que no Tiro Defensivo, o realismo é preponderante e a obrigação de se abrigar antes de resolver os alvos, fundamental.

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Muito diferente do tiro prático, o militar pratica o TAT (Teste de Aptidão de Tiro), um tipo antigo de tiro de precisão em alvo fixo, raiado ou silhueta, onde o atirador executa em três posições, de pé, deitado e de joelhos. Nada parecido com “essa correria” que é o tiro prático, onde rapidez é mais importante do que precisão; o atirador corre por uma pista, resolvendo os alvos ali distribuídos. Para a imensa maioria, foi a primeira vez que o fizeram.

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na prova de tiro realizada foram utilizadas três pistas e nelas foi desenhado o “caminho a percorrer pelo atirador” formando um D e um E, em homenagem à aniversariante 1ª DE. A Pista “1” e “E” com alvos de papel e de metal e a “D” apenas com papel. Os alvos de papel sempre têm de serem resolvidos com dois disparos. Os de metal, como são placas apoiadas em suportes e caem no impacto, apenas com um.

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Alvos pintados de branco simbolizam os reféns e não devem ser atingidos. Impactos neles penalizam o atirador com 10 pontos (além de mais 10 por “miss” ou falta do disparo no alvo correto). No alvo de papel, temos três zonas: a central (alfa) vale a maior pontuação (5 pontos) e as outras duas, Charlie e Delta, respectivamente 3 e 1 pontos. O timer do árbitro que acompanha o atirador, dá o tempo total da prova (o do último disparo) que é lançado na ficha.

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FONTE: Sangue Verde-Oliva 

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