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Internacional

Portugal compra 4 navios-patrulha da Dinamarca por € 28 milhões

Por   

JOÃO RELVAS LUSAO ministro da Defesa, Aguiar-Branco (à direita), acompanhado pelo chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Fragoso segundo à direita

O ministro da Defesa Nacional revelou nesta quarta-feira (20), que os quatro navios-patrulha comprados junto à Dinamarca vão ter um custo total de € 28 milhões e estarão operacionais já em 2016.

“Os quatro navios que custaram € 4 milhões, terão agora um custo individual aumentado ( € 7 Milhões) por conta das alterações de adequamento as necessidades de nossa Marinha, portanto significa um investimento total na ordem dos € 28 milhões, que é aquele que corresponderia à compra de um navio novo”, afirmou o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, no final de uma visita ao navio-patrulha Tejo, o primeiro destes navios a ser entregue na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.

NRP Tejo

“É previsto dois deles [navios-patrulha] estarem operacionais no segundo semestre de 2016 e outros dois no segundo semestre de 2017”, continuou o ministro, acrescentando que esta aquisição permite “fazer um reequipamento e uma modernização que era necessária em condições muito interessantes, e com isto aumentar a capacidade de operação da Marinha Portuguesa”.

O ministro ressalvou também que os navios ainda têm uma “vida útil de cerca de 15 a 20 anos”, estão “em excelentes condições” e “vão ficar como novos depois de serem modernizados no Alfeite”, que na sua opinião representa “uma oportunidade para a economia portuguesa e para a indústria portuguesa”.

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Os navios-patrulha de classe “Stanflex 300” têm um comprimento de 54 metros e uma guarnição máxima de 29 militares. A sua operação está direcionada para os espaços marítimos costeiros sob jurisdição nacional, podendo ser utilizados fora da área normal de operações caso seja necessário.

Questionado sobre a tentativa de venda de 8 helicópteros Puma da Força Aérea, Aguiar-Branco afirmou: “é uma situação que já vem sendo tentada desde 2007, é uma situação que nós desejamos que possa vir a ocorrer, não podemos é sujeitar-nos como temos nos sujeitado, à lei da concorrência e da transparência no sentido de fazer isto por concorrência pública ou por convite”.

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“A verdade é que para eles serem reconfigurados novamente, para operarem nas Forças Armadas Portuguesas, não faz mais sentido neste momento”, concluiu o ministro da Defesa Nacional.

FONTE : Jornal de Notícias (PT)

Fonte | Fotos: operacional

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