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Internacional

Pousos mais seguros com uma mãozinha da Nasa

Por Anderson Gabino      |     05/12/2014 às 11:08

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A Nasa desenvolveu um novo sistema automático de prevenção de colisões no solo (Auto-GCAS, na sigla em inglês) que poderá reduzir significativamente o número de acidentes desse tipo, uma das principais causas de mortes, tanto na aviação civil como militar, que resulta em cerca de 100 mortes por ano somente nos Estados Unidos.

A frota de caças F-16 da Força Aérea americana já adotou o novo software, desenvolvido pelo Armstrong Flight Research Center, em Edwards. Embora os sistemas de alerta tenham praticamente eliminado as colisões no solo nas empresas aéreas comerciais de grande porte, esse problema ainda aflige aviões de combate, helicópteros e aviação geral.

A instalação do Auto-GCAS na frota dos F-16 é uma resposta ao preocupante número de acidentes causados por distrações ou erros de pilotos em aviões com capacidade normal de funcionamento. O novo sistema inclui modificações no computador de controle de vôo digital do avião, avançados equipamentos de transferência de dados e software de missão modificado.

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À medida que o caça se aproxima do solo, o computador determina quanto tempo resta antes do impacto, e, em seguida, deflagra uma manobra comandada por piloto automático para evitar a colisão.

A Nasa vem desenvolvendo tecnologias automáticas de prevenção de colisões em parceria com a Força Aérea americana por quase três décadas. O Auto-GCAS começou nos anos 90, tendo realizado quase 600 testes de manobras durante 49 voos, incluindo mergulhos em direção ao chão ou rotas bem próximas a montanhas.

A fase seguinte, chamada Automatic Collision Avoidance Technology (ACAT), começou em 2009 como um programa mais amplo de desenvolvimento e aplicação dessa tecnologia na aviação, tendo o F-16 como sua plataforma de teste.

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A adoção dessa tecnologia, projetada para operar com mínimas modificações nas aeronaves, pode resultar na economia de milhões de dólares e poupar centenas de vidas. Além disso, no futuro ela tem o potencial de ser aplicada em outros setores que não a aviação, podendo ser adaptada a qualquer veículo que sofra riscos de colisão, incluindo automóveis, veículos espaciais e sistemas marinhos.

FONTE : Revista Época

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