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Força Aérea

FAB celebra seus feitos na Segunda Guerra Mundial

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Aniversário do 1º GAvCa (10)

Se novidades como os caças Gripen NG e o míssil A-Darter ainda não estão disponíveis, a Semana da Aviação de Caça, celebrada até sexta-feira pela FAB, tem como foco seus militares.

“Em operações nas quais há a presença de forças estrangeiras, tornou-se comum ouvir elogios ao desempenho apresentado pelos pilotos de caça da Força Aérea Brasileira”, garante o Brigadeiro do Ar Fernando Almeida Riomar, Comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), organização responsável pelo preparo operacional dos 10 esquadrões de caça da FAB e de mais três de reconhecimento.

A Semana da Aviação de Caça marca as comemorações dos feitos da FAB na Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1945. As sete décadas de tradição também significam a necessidade de buscar atualizações.

“O treinamento dos pilotos de caça brasileiros baseia-se em experiências adquiridas ao longo dos anos, somadas ao conhecimento obtido em diversas operações envolvendo Forças Armadas de países que detêm longa experiência em combate real”, explica o Brigadeiro Riomar.

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Desde 2002, o Brasil já realizou sete edições da CRUZEX, o maior exercício de guerra aérea da América Latina. Também há participação em treinamentos no exterior, como a Salitre, no Chile, e a Red Flag, nos Estados Unidos.

Renovação

O principal projeto de reequipamento da FAB, a aquisição dos Gripen NG, ainda está em curso, mas nos últimos 10 anos houve uma grande renovação da frota. Em 2005, a FAB ainda contava com os modelos F-103 Mirage e AT-26 Xavante, ambos com tecnologias da década de 60. Os F-5 ainda estavam no mesmo patamar de quando chegaram, em 1975. Os A-1, recebidos inicialmente no fim dos anos 80, eram as aeronaves de caça mais modernas da FAB.

De lá para cá, os F-103 e AT-26 foram aposentados, e os F-5 e A-1 passaram por processos de modernização. No caso dos F-5, novos mísseis Derby, o novo radar Grifo e sistemas de bordo atualizados permitiram atuar no chamado combate BVR (do inglês Beyond Visual Range, ou além do alcance visual), quando os pilotos combatem a distâncias tão grandes que sequer enxergam os inimigos.

P4229800 - Copia

“Isso incluiu os caçadores brasileiros em um rol extremamente seleto de pilotos em condições de lutar em pé de igualdade com os pilotos dos países considerados desenvolvidos”, comenta o Brigadeiro Riomar.

Em 2005, também houve uma mudança no treinamento. Em Natal (RN), pela primeira vez uma turma de aviadores era formada como piloto de caça nos aviões A-29 Super Tucano, no lugar dos AT-26. Com uma cabine moderna, o novo treinador avançado tornou os pilotos de caça brasileiros acostumados a lidar com tecnologias de ponta desde as suas primeiras missões de combate.Hoje, dois pilotos da turma de 2005 estão na Suécia, onde aprendem a voar caças Gripen.

 Conheça os Aviões de caça da FAB

A-1

País de origem: Brasil e Itália
Velocidade máxima: 1.160 km/h
Comprimento: 13,55m
Altura: 4,55m
Envergadura: 9,97m
Armamento: 2 canhões de 30mm e até 3.175 kg de mísseis, bombas e foguetes

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A-29 Super Tucano

País de origem: Brasil
Velocidade máxima: 557 km/h
Comprimento: 11,42m
Altura: 3,9m
Envergadura: 11,14m
Armamento: 2 metralhadoras de 12,75mm e até 1.500 kg de mísseis, bombas e foguetes

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F-5EM

País de origem: Estados Unidos (Modernizados no Brasil)
Velocidade máxima: 1.700 km/h
Comprimento: 14,68m
Altura: 4,06m
Envergadura: 8,13m
Armamento: 1 canhão de 20mm e até 3.800 kg de mísseis, bombas e foguetes

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Vejo o vídeo da Aviação de Caça da FAB:

Fonte | Fotos: cecomsaer

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