News

SAFRAN ESTÁ NA FIDAE 2024 COM SEUS PRODUTOS DE PONTA

Embraer e FAB iniciam estudos para plataformas de missões especiais

Pavilhão Brasil, coordenado pela ABIMDE, é inaugurado por autoridades na FIDAE 2024

Forças Armadas e agências federais destroem helicóptero e detêm piloto em operação contra garimpo ilegal na terra indígena Yanomami

IACIT fortalece presença entre principais marcas globais na FIDAE 2024

Operação Catrimani II: Forças Armadas empregam 800 militares em nova fase de combate ao garimpo na TI Yanomami

Marinha e Polícia Federal apreendem carga de cigarros contrabandeados no litoral do Pará

Friday, 12 de April de 2024
Home » Ministério da Defesa » Para Forças Armadas falta planejamento de desenvolvimento tecnológico no País

Para Forças Armadas falta planejamento de desenvolvimento tecnológico no País

Ministério da Defesa
Por

FAs unidasPedro Campos

Representantes da Aeronáutica, do Exército e da Marinha concordaram, nesta terça-feira (26), que falta planejamento de médio e longo prazos para que o País evolua de forma significativa no campo das inovações tecnológicas. O assunto foi debatido em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

As principais consequências dessa ausência de planejamento, segundo os expositores, vão desde a dificuldade em repor mão de obra de forma ágil, pois a legislação cria uma série de entraves na contratação de pessoal, até a não conclusão de projetos por falta de recursos financeiros.O vice-chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General Rodrigo Ratton, reconheceu que o setor de inovação das Forças Armadas melhorou bastante nos últimos doze anos, com o aumento significativo dos verbas injetadas pelo governo federal.

Ele alertou, no entanto, que o cenário futuro é preocupante, tendo em vista os cortes nos gastos públicos que o Executivo tem feito.Uma solução apontada por Rodrigo Ratton para fazer o Brasil crescer no setor de inovação seria incentivar a participação da iniciativa privada no desenvolvimento de novas tecnologias. “No restante do mundo, a inovação é maior porque as empresas também têm centros de pesquisa, que ficam mais integrados com as universidades e as instituições”, informou. “A maior dificuldade que vejo no Brasil é exatamente porque o fomento a essas áreas é feito quase que exclusivamente pelo poder público”, completou.

FAs unidas.2

A deputada Tia Eron (PRB-BA), que solicitou a realização do debate, ressaltou a importância de investir de maneira mais incisiva no setor de tecnologia. Na opinião dela, o atraso tecnológico é um dos agravantes para a atual crise econômica vivida pelo Brasil.”Não é justo que sejamos um país potência na agricultura, mas que utilizemos máquinas com motores bem inferiores aos encontrados na Alemanha e na Suíça, por exemplo”, declarou a parlamentar.

Segundo uma das principais empresas que atuam no mercado financeiro mundial, a Bloomberg, o Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de 50 países que mais inovam no mundo, à frente apenas de Argentina, África do Sul e Marrocos. Conforme o estudo, divulgado neste ano, a Coreia do Sul é a nação mais inovadora. Em seguida, aparecem, respectivamente, Japão, Alemanha, Finlândia e Israel.

FONTE : Agência Câmara

Fonte | Fotos: operacional