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Sunday, 16 de June de 2024
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Ucrânia recusa a interrogar piloto supostamente envolvido no caso do voo MH17

Diversos
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O representante do Serviço de Segurança da Ucrânia recusou a comentar a proposta russa de testar no polígrafo o piloto militar Voloshin que supostamente teria estado envolvido no ataque ao Boeing malaio, abatido na Ucrânia em julho de 2014. Esta semana o Comitê de Investigação da Russia obteve provas da participação de um avião militar ucraniano Su-25 na queda do Boeing 777 malaio em Donbass.

Segundo depoimentos prestados por uma testemunha (um antigo militar ucraniano), a aeronave teria sido derrubada por um avião militar que era pilotado pelo capitão Voloshin da Força Aérea da Ucrânia. O Serviço de Segurança da Ucrânia reconheceu que o capitão Voloshin serve nas Forças Armadas da Ucrânia, mas afirma que ele não estava efetuando voos no dia da catástrofe.

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“O fato de o Serviço de Segurança da Ucrânia reconhecer a existência de Voloshin já é um sucesso. Quanto ao voo realizado em 17 de julho isto não é muito difícil de se verificar. Convém apresentar a “caderneta de operações” aos órgãos competentes da Holanda ou testar Voloshin mediante a um polígrafo ao dispor de técnicos holandeses ou malaios”, realçou o porta-voz do Comitê de Investigação russo Vladimir Markin.

No entanto, o representante do Serviço de Segurança da Ucrânia recusou a comentar esta informação. O avião que fazia o voo MH17 entre Amsterdã a e Kuala Lumpur foi abatido em 17 de julho na região ucraniana de Donetsk. Todos os passageiros morreram. A Holanda publicou um informe preliminar sobre a catástrofe do Boeing.

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Os peritos confirmaram que o avião se desintegrou durante o voo “por causa de danos estruturais provocados pela ação externa de numerosos objetos de alto potencial energético”. Mas a fonte destes objetos não foi especificada.

Fonte | Fotos: vozdarussia