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Força Aérea

Conheça o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC)

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O Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC) foi criado através da Portaria Reservada n.º194/GM3, de 08 de junho de 1982. Ativado, a princípio, como núcleo (Núcleo do Grupo de Comunicações e Controle – NGCC), através da Portaria Reservada n.º 195/GM3, a unidade era então subordinada ao Comando Aerotático (COMAT).

Nos três anos em que atuou como um núcleo de operações, o órgão, que ainda não possuía esquadrões, teve a sua atividade voltada para a elaboração das instruções para a organização e o funcionamento do 1º GCC. Em 25 de setembro de 1984, passou à subordinação da Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Voo (DEPV), incorporando, em outubro do mesmo ano, os 1º e 2º ECA – Esquadrão de Comunicação e Controle.

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No ano seguinte, através da Portaria Reservada n.º 062/GM3, de 17 de janeiro de 1985, o NUGCC era, enfim, desativado para dar lugar a uma unidade de maior porte – o 1º GCC. A Portaria também ativou, um Esquadrão de Controle (ECT). No Centro de Aplicações Táticas e Recompletamento de Equipagens (CATRE), em Natal/RN e um Núcleo do Esquadrão de Comunicações do 1º GCC (1º NUECOM). Na Base Aérea de Santa Cruz/ RJ, constituído pelo pessoal e pelo acervo material do 1º ECA.

Na época, a denominação dos esquadrões do 1º GCC ganhou a atual nomenclatura – 1º, 2º, 3º e 4º do 1º GCC – bem como foi ativado o último esquadrão do órgão, o 5º/1º GCC, com a finalidade de operar e manter, em nível orgânico, um Sistema de Controle de Aproximação de Precisão no aeródromo de Fortaleza – CE.

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Desde 2001, com as alterações da denominação do órgão central do SISCEAB, o 1º GCC está subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

O Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC) é a unidade, subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), apta a instalar, operar e manter um escalão avançado de operações aerotáticas em áreas onde a cobertura ordinária não for suficiente. O controle, as comunicações e o alarme aerotático fornecidos pelo 1º GCC, suprem eventuais falhas de detecção e ligam áreas remotas com os usuários dos centros de controle e operações.

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Dotado de cinco esquadrões, o 1º GCC é uma unidade versátil e de grande mobilidade; apoia operações essenciais para a segurança e eficácia do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).

Seus esquadrões são grupamentos equipados com modernos sistemas de controle e comunicação, capacitados para – a qualquer tempo e em qualquer local do território brasileiro – apoiar os comandos operacionais.

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Quando requisitados, instalam e operam centros de controle e bases operacionais em áreas muitas vezes de difícil acesso, fornecendo serviços como: detecção radar para defesa e controle de tráfego aéreo; identificação, localização e designação de alvos; controle de interceptação; designação de alvos para artilharia antiaérea; apoio à navegação aérea; comunicações via satélite, VHF e UHF remotos; RTCAER (TF-1, TF-2, TF-3, TF-4, TF-5); dentre outros.

Apesar do pequeno efetivo, cerca de 70 pessoas, o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC) atua – por meio de seus esquadrões de comunicação, controle e alarme – em todo o território nacional. Sediado no Rio de Janeiro, próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, a unidade dispõe, para o exercício de suas operações em apoio ao SISCEAB, dos seguintes esquadrões.

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Esquadrão de Comunicação

1º/1º GCC – Base Aérea de Santa Cruz (Rio de Janeiro/RJ)

Operador de um centro de comunicações fixo, em horário integral, fornece os recursos necessários para compor os postos de comunicações ou outros centros, dando uma enorme flexibilidade aos comandos operacionais. Através de meios criptográficos, o 1º/1º GCC provê uma estrutura de comunicação eficaz e de alta confiabilidade.

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Esquadrões de Controle e Alarme

2º/1º GCC- Base Aérea de Canoas (Canoas/ RS)

4º/1º GCC- Base Aérea de Santa Maria (Santa Maria/RS)

O Controle do Espaço Aéreo pode ser exercido através dos dois Esquadrões de Controle e Alarme do 1º GCC. Por possuírem equipamentos móveis, dão ao comando uma enorme flexibilidade, atuando em áreas que não contam com estes recursos. Além da autonomia na execução de detecções, no acionamento de aeronaves e na condução de todas as fases de interceptação, o esquadrão é capaz de operar como um sítio de detecção, enviando as imagens radar para um Centro de Operações Militares de um CINDACTA.

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Esquadrões de Controle

3º/1º GCC- Base Aérea de Natal (Natal/RN)

5º/1º GCC- Base Aérea de Fortaleza (Fortaleza/CE)

Equipados com radares móveis – Radar Terminal e Radar de Aproximação de Precisão (PAR) – esses esquadrões estão capacitados para receber as aeronaves e conduzi-las até um pouso seguro, sob quaisquer condições meteorológicas. Garantem a segurança ao piloto, por meio de equipamentos de alto desempenho e precisão.

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FONTE : DECEA

Fonte | Fotos: operacional

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