News

Forças Armadas e sociedade civil transportam 3,6 mil toneladas de donativos ao Rio Grande do Sul na maior campanha humanitária já registrada no país

Embraer e FAB colaboram com logística e doações para o Rio Grande do Sul

P-3AM Orion faz primeiro voo com novas asas

ABIMDE coordenou empresas brasileiras na Defence Service Asia 2024

KC-390 Millennium transporta Hospital de Campanha da FAB para Canoas

Hospital de Campanha da Marinha inicia atendimentos no RS nesta quinta-feira (9)

Exército instala Hospital de Campanha para apoio de saúde à população no Rio Grande do Sul

Monday, 15 de July de 2024
Home » Geopolítica » Conflitos no Afeganistão e no Paquistão já deixaram cerca de 150 mil mortos

Conflitos no Afeganistão e no Paquistão já deixaram cerca de 150 mil mortos

Diversos
Por

© AFP 2015

Um estudo divulgado por especialistas norte-americanos revelou que, aproximadamente, 150 mil pessoas morreram no Afeganistão e no Paquistão desde o início dos combates dos EUA contra o Talibã. O levantamento, realizado pelo Instituto Watson de Estudos Internacionais, como parte de um programa sobre os “Custos da guerra”, mostra também que o número de feridos nestes dois países, desde 2001, é superior a 162 mil.

Apesar dos anúncios de retirada das tropas americanas, adiada pelo presidente Barack Obama, a pesquisa indica que o conflito no Afeganistão está se intensificando, ao invés de estar se aproximando do fim, já que o número de vítimas não parou de crescer ao longo dos últimos anos. E, na verdade, a decisão de manter os quase 10 mil soldados americanos no país por mais tempo, segundo o Instituto Watson, é uma prova de que a guerra está longe de terminar.

No Paquistão, onde, de maneira geral, os combates perderam força nos últimos tempos, o conflito continua intenso na região noroeste do país, o que contribui para o aumento no número de vítimas.  De acordo com os responsáveis pelo estudo, os dados apresentados levam em consideração principalmente os mortos e feridos, civis e militares, de maneira direta, já que é extremamente complicado avaliar o número de vítimas indiretas, atingidas por problemas como a desnutrição, falta de cuidados ou abrigos etc.

FONTE : Sputniknews

Fonte | Fotos: operacional