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Força Aérea

De inspiração a parceiros de trabalho, conheça histórias de pais militares

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Bianca e Beatriz têm nove anos e são filhas do Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso

Bianca e Beatriz têm nove anos e como todas as crianças dessa idade elas adoram ver uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça. A diferença é que o líder do grupo, que comanda a aeronave 01, é o pai delas, o Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso, militar da Força Aérea Brasileira (FAB).

Não faltam motivos para orgulhar as meninas. “Quando a Esquadrilha da Fumaça passa aqui cima da minha casa, fico na varanda com todo o orgulho para dar um tchauzinho para ele”, conta Betriz, que mora em Pirassununga (SP), cidade onde a Esquadrilha realiza seus treinamentos. “Eu e meu pai somos muito grudados. Tenho um carinho enorme por ele. Quando eu crescer, também quero trabalhar na Esquadrilha da Fumaça, igual a ele. Admiro muito o trabalho do meu pai”, completa Bianca.

Pilotos de caça

O sonho de seguir os passos do pai se tornou realidade para o Tenente Wagner Miggiorin. “Eu entrei na FAB com o intuito de ser piloto de caça”. Quando ele nasceu, em 1983, seu pai era do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, na cidade do Rio de Janeiro. “Eu cresci vendo os aviões. Eu via os F-5 passando por ali e vibrava”, conta. Em 2007, ele se formou na Academia da Força Aérea (AFA) e hoje pilota caças F-5, só que na versão atualizada, com novos sistemas de bordo. “Com o F-5 modernizado eu que dou aula para ele agora!”, brinca.

O pai, o Coronel da reserva Wagner Miggiorin, atualmente pilota jatos civis, mas os encontros da família são sempre repletos de histórias da aviação de caça. “Ele me conta todas as história do passado, até questões técnicas do avião. Muitas das coisas que dão certo hoje foram resultado do trabalho deles”, diz o Tenente Miggiorin, do Esquadrão Pampa (1°/14° GAV), de Canoas (RS).

Trabalhando com o pai

E se fosse possível não apenas seguir os passos do pai, mas também trabalhar com ele? É essa a história do Soldado Leonardo dos Santos. No ano passado, quando ingressou na Força Aérea, ele não imaginava que iria trabalhar, literalmente, ao lado do seu pai, o Sargento valdir dos Santos. Os dois foram selecionados para compor o futuro Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea, localizado em Anápolis, no interior de Goiás.

Soldado Leonardo dos Santos ao lado do seu pai o Sargento valdir dos Santos

O pai, sargento, atua como comandante de uma unidade de tiro de mísseis IGLA-S, usados para abater aeronaves em voo. E o filho, Soldado, é o seu remuniciador. “Pra mim foi bom porque a gente conversa em casa e fico preparado”, diz o Soldado Santos. Mas ele garante que não é moleza. “Meu pai é rígido pra caramba. Até em casa ele é rígido, aqui é que não ia deixar de ser!”. As regras do quartel, como o cabelo bem cortado e a boa apresentação pessoal, são exigidos até em casa. Mas a pressão tem servido só para alimentar a vontade de permanecer na força. “Eu quero continuar. Estou estudando para ser sargento”, diz o soldado.

A mesma história se passa no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Galeão (DTCEA-GL). O Sargento Vinícius Guimarães é filho do Capitão Walter Guimarães. Os dois trabalham no controle de tráfego de aeronaves sobre o Rio de Janeiro. “Juntos nós passamos por vários eventos: Rio+20, Copa das Confederações e Copa do Mundo. Inclusive na final da Copa nós estávamos trabalhando juntos”, conta o sargento. A dedicação dos dois ao serviço acaba dominando a relação entre pai e filho. “Em casa e no trabalho, a conversa vai fluir sobre tráfego aéreo”.

Sargento Vinícius Guimarães é filho do Capitão Walter Guimarães

Leia depoimentos de filhos que têm pais militares

Thalia Mirella Cortes de Almeida, 7 anos, filha do Sargento Thiarley Eduardo dos Santos

Ele me pede muita coisa. Manda eu arrumar meu quarto, manda eu fazer meu dever de casa, mas ele me ajuda muito. Ele me ensina muita coisa. Adoro quando ele leva a gente para assistir ao evento de música que tem todo ano (o Concerto do Aviador). É muito bonito todo mundo de farda. Gosto muito também das formaturas que ele participa. Amo meu pai!

 Thalia Mirella Cortes de Almeida, 7 anos, filha do Sargento Thiarley Eduardo dos Santos

Tenente Aron Matheus Ferreira Martines, filho do Capitão da reserva Borges

Ser filho de militar é receber uma grande herança. Nunca esquecerei de meu pai dizendo que a única e maior herança que ele me deixaria seria o estudo. Mas é muito mais que isso. O seu legado para mim foi de muito aprendizado e experiências extraordinárias vividas por todo o Brasil. Além de tudo o amor incondicional e admiração pelo serviço de meu pai me fez crescer alimentando um sonho de menino: Servir o meu país.

Tenente Aron Matheus Ferreira Martines, filho do Capitão da reserva Borges

Tenente Juliana Maia, filha do Sargento Ednardo da Costa Junior

Ser filha de militar é ter a oportunidade de conhecer um pouco de cada região do País ao longo da vida. É aprender a conviver desde cedo com diversas culturas e realidades sociais, com as mudanças constantes e com a saudade nos momentos em que chegam as missões. Além de ter o melhor exemplo de caráter, responsabilidade e comprometimento em casa, ter um pai militar me proporcionou construir uma identidade sempre capaz de me adaptar e enfrentar às adversidades.

Tenente Juliana Maia, filha do Sargento Ednardo da Costa Junior

Ingrid Rosalina Maranhão Flach, 13 anos, filha do Suboficial Luís Roberto Flach

Sinto-me imensamente honrada em ter um pai tão presente e especial como o meu! Quando o vejo fardado, imagino-o como um super-herói, pronto para me defender em qualquer situação. Seu jeito alegre de encarar a vida deixam meus dias mais leves e tranquilos e seu caráter incontestável faz-me acreditar que vale a pena ser honesto e lutar pelo que acreditamos.Assim é meu pai: homem, criança, militar, esposo, amigo… simplesmente “Meu Pai”, que consegue transformar um dia triste e cinzento em um dia especial, num simples piscar de olhos!

Ingrid Rosalina Maranhão Flach, 13 anos, filha do Suboficial Luís Roberto Flach

Tenente Márcio Francisco Inforzatto, filho do Capitão da reserva Mario Inforzatto

Ter um pai militar da FAB é um dos maiores orgulhos para mim. As melhores recordações que tenho da minha infância são das incontáveis vezes que acompanhei meu pai durante o expediente aqui na Academia da Força Aérea, em Pirassununga (SP). Era meu herói, tudo aquilo que eu sonhava para minha vida adulta.

Poder servir na mesma unidade aonde meu pai devotou grande parte dos seus quase quarenta anos de serviço ativo na Força Aérea Brasileira é uma grande responsabilidade mas, principalmente, motivo de grande alegria para mim. Quando olho para essas fotos que estão separadas por exatos 25 anos me emociono e ao mesmo tempo me motivo para tentar ser um pouco do homem e do militar exemplar que meu pai sempre foi.

Tenente Márcio Francisco Inforzatto, filho do Capitão da reserva Mario Inforzatto

Beatriz Gobett, 9 anos, filha do Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso

Eu tenho muito orgulho do meu pai. Ele é o melhor pai de todos. Eu quero seguir os passos dele e também ser piloto. Quando a Esquadrilha da Fumaça passa aqui cima da minha casa, fico na varanda com todo o orgulho para dar um tchauzinho para ele. Eu amo ele.

Beatriz Gobett, 9 anos, filha do Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso

Fonte | Fotos: cecomsaer

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