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Friday, 14 de June de 2024
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Exército Brasileiro apresenta armamentos utilizados na segurança das fronteiras

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Bazucas, mísseis, metralhadoras, pistolas, coletes e lanchas de patrulhamento. Esses são alguns dos equipamentos que os fãs do jogo Counter Strike sonham em ver pessoalmente, mas, que estão sendo expostos durante o Seminário Internacional de Operação na Selva (SIOpSELVA) 2015, no Clube do Trabalhador do Sesi, localizado zona leste de Manaus. A abertura do evento foi realizada, na manhã desta terça-feira (17), com palestras e apresentações de equipamentos militares para representantes das forças armadas de 21 países.

Durante a feira, aproximadamente 100 equipamentos militares de fabricantes e fornecedores de tecnologias como o Exército, Marinha, Força Aérea, Forças Policiais, Forças Especiais, Homeland, Security, Law Enforcement e Gestores de Seguranças de Empresas estão sendo apresentados. Segundo o Comandante Militar da Amazônia (CMA), general Guilherme Teóphilo, os armamentos apresentados podem ser considerados os mais avançados na tecnologia de defesa aplicada seja no desenvolvimento cientifico, industrial, hospitalar, logístico e cotidiano.

“É o primeiro seminário de operações da selva que estamos realizando. A importância é que os militares de países vizinhos estão participando, o que pode realizar uma integração para a realização de ações conjuntas”, disse o general, acrescentando que a meta do Comando Militar da Amazônia é realizar uma operação de combate ao tráfego de drogas nas fronteiras, em dezembro, com o apoio da Colômbia. De acordo com o governador do Amazonas, José Melo, que esteve presente na abertura do evento, a iniciativa permite que representantes de outros países conheçam mais sobre as atividades constitucionais realizadas pelos militares da Amazônia.

A programação segue até o dia 18 e 19 de novembro, sendo aberto ao público, “É fato que vivemos em um mundo globalizado, por isso precisamos ser assistidos com equipamento de alta qualidade para realizar grandes operações, como aquelas de combate ao tráfego de drogas nas nossas fronteiras. O seminário reflete a importância das forças armadas  no nosso Estado”, enfatizou.

Animais da selva

Na feira, também foi apresentada a rotina de um soldado na Guerra da Selva. Com animais que foram capturados e com uma rede de lona, o soldado do exército Altervi Vieira, explicou as dificuldades encontradas pela equipe que realiza o treinamento em plena Floresta Amazônica. “Trouxemos uma jiboiá de seis metros que capturamos durante o curso. Além de uma onça e de peixes que, muitas das vezes, pescamos quando queremos comer. Mas isso é para mostrar a realidade de tudo que vivemos por lá”, destacou Altervi.

Água potável na selva

O Sistema Solar de Desinfecção foi criado pelo Instituto de Pesquisa da Amazônia (INPA), para suprir a necessidade de água potável em comunidades indígenas. Depois de ser testado pelo Comando Militar em uma operação, o equipamento deve ser utilizado em ações na selva. “O produto serve como um purificador de compostos orgânicos.  Colocamos a água de um rio no saco de liste do exercito, e acrescentamos um filtro na ponta do equipamento. É só esperar menos de um minuto que o DNA das bactérias vão ser alteradas e a água vai sair boa para a utilização”, explicou o tenente Rodrigo Bonfim.

Comunicação na selva

Para oferecer mais segurança e comunicação para a equipe em plena selva, um rádio é utilizado como chat, conforme o subtenente Paulo Ricardo. De acordo com ele, o equipamento denominado Falcon II é a ferramenta que o comandante utiliza para passar as ordens para a sua corporação. “O rádio possibilita transmissões de dados para um notebook, se transformando em um tipo de chat privado em plena a selva. Mas, claro, que essa comunicação só pode acontecer se a outra pessoa, o receptor, tiver o mesmo equipamento que o emissor da mensagem”, explicou.

FONTE: D24M.com

Fonte | Fotos: operacional