News

Escoteiros de Irajá participam de troca de guarda do Monumento aos Pracinhas

AECB Brasília realiza homenagem a veteranos da FEB

Militares do Comando Militar do Norte fortalecem o preparo em Operações Aeromóveis

Tropa do Exército Brasileiro se prepara para atividade internacional

Operações Interagências: saiba como é atuação da Marinha com outros órgãos

Condor apresenta tecnologias inteligentes durante a LAAD 2023 e anuncia o primeiro Instituto de Ciência e Tecnologia para não letais da América Latina

Grupo EDGE, dos Emirados Árabes Unidos, participa pela 1ª vez da LAAD

Thursday, 22 de February de 2024
Home » Internacional » Estado Islâmico pede que apoiadores matem 100 militares nos EUA

Estado Islâmico pede que apoiadores matem 100 militares nos EUA

Diversos
Por

Os jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) vêm exibindo uma variedade impressionante de armas. Muitas foram capturadas do próprio exército iraquiano.

O Estado Islâmico publicou na internet o que diz serem os nomes, fotos e endereços nos EUA de 100 militares norte-americanos e pediu que seus “irmãos residentes na América” os matem. O Pentágono disse, depois que a informação foi publicada na internet, que está investigando o assunto.

“Nós não podemos confirmar a veracidade da informação, mas estamos analisando o assunto”, disse neste sábado (21) um oficial da defesa norte-americana, falando sob condição de anonimato. “Nós sempre estimulamos nossas equipes a adotarem a adequada segurança de operação e os procedimentos de proteção contra ataques”, disse o oficial.

Na postagem, o grupo que se denomina “Divisão de Hackers do Estado Islâmico” escreveu em inglês que havia invadido diversos servidores, bancos de dados e e-mails de militares e tornado públicas informações sobre 100 membros das forças armadas norte-americanas para que “lobos solitários” pudessem matá-los.

O jornal “The New York Times” disse que a informação não parecia ter sido obtida em servidores do governo dos EUA e citou uma fonte anônima do Departamento de Defesa que disse que a maior parte dessas informações poderia ser encontrada em registro públicos, mídias sociais e sites de busca de endereços.

Fonte | Fotos: g1